Pequenos aborrecimentos…

Sair de casa e perceber que esqueceu a chave (Menos mal se você tem como entrar depois).

A bicicleta quebrar bem na metade do caminho pretendido.

Não passar naquela seleção de emprego que prometia grandes oportunidades.

Se perder dos amigos na multidão de carnaval.

Andar tão distraidamente na rua a ponto de pisar num “cocô”. (raiva!).

Não ter como efetuar uma ligação de emergência por ter o celular descarregado.

Voltar de ônibus depois de um dia de trabalho e o passageiro ao lado dormir praticamente em você por estar nitidamente bêbado.

Se atrasar para o primeiro encontro.

Fazer um dia de sol lindo enquanto se esta em casa e depois que você sai começa a cair aquela chuva forte…(detalhe: você não tem nem um guarda-chuva).

Descobrir que um ‘amigo’ acha todo mundo substituível – como um objeto.

Ouvir piadinha pelo fato de terem achado no quarto em que você dormia uma camisinha usada.

O DVD não passar aquele filme que você estava doido para rever.

Perceber que não tem nenhum meio de pagar a passagem do ônibus justamente quando está prestes a passar pela catraca.

Rir tão descontroladamente que um ‘peido’ acaba saindo sem querer.

Viajar mais de 200 quilômetros só para impressionar uma pessoa e no final de tudo ver quão besta você é (mas devo mudar?!)

Compreender que aquela apresentação bacana para o trabalho, aquela que você demorou um tempão para preparar, não vai poder ser apresentada por que o formato que foi salvo é incompatível com o computador – pegadinhas da tecnologia.

Descascar uma laranja para fazer um lanche e perceber que ela está azeda.

Oferecer carona para uma pessoa que você está muito afim, e escutar o carro vacilar e teimar em não pegar – misturando ao ambiente graça e constrangimento (tenso!).

Notar que a bebida acabou e você não ficou nem um pouquinho embriagado.

Ser o último a ficar no barzinho e ver que o dinheiro que as pessoas deixaram não vai dar para pagar tudo. Logo, você vai ter que pagar a diferença (muito chato!).

Chamar uma pessoa para dançar, mesmo não sabendo dançar – e pisar em seu pé.

Comprar para um amigo coisas no seu próprio cartão e ele depois nem ter a consideração de pagar – nem explicar o porquê.

Andar pelas ruas da cidade grande, sob sol forte, e não ter nenhum dinheiro para comprar água.

Ver casais se beijando demoradamente esquecendo a decência, despertando a vontade nos outros (ah…!).

Descobrir que pessoas que só fazer merda na vida continuam fazendo merda e prejudicando outras pessoas.

Não ter condições de fazer aquela viagem fora da programação.

Estar doido para tirar o sapato, mas quando isso acontece a única coisa que importa é calçá-lo novamente devido ao ‘chulé’.

Ouvir os relatos de seus amigos contando o que você aprontou enquanto estava bêbado.

Ter pouco tempo para sorrir com ela e também para fazê-la se arrepiar.

Gente escandalosa a ponto de gritar na hora de malhar.

Aquela prima fofinha que vai com a cara de todo mundo, menos com a sua.

Recordar como estava nas fotos de muito tempo atrás. 

 

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e futuro Jornalista.

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