Texto: “Possibilidades”

Sempre refletimos sobre as nossas possibilidades. Mas será que estamos fazendo da maneira aberta e sem preconceitos? Leia o texto…

Não se deixe encurralar por pensamentos ambíguos. O fato de “A” ser verdadeiro, não torna o “B” falso. Com freqüência, tanto “A” quanto “B” podem ser verdadeiros.

As coisas que você deve fazer podem ser também as coisas que você quer fazer. O que você dá pode também ser o que você recebe. O que você ensina pode ser também o que você aprende. Sua tarefa pode ser difícil e ao mesmo tempo agradável. O que é bom para o cliente pode ser bom também para o vendedor. Muitas vezes, cometemos o erro de definir as coisas pelo que elas não são. Fazendo isso, limitamos nosso raciocínio e nossas oportunidades.

Na realidade, existem poucos opostos. Será ensinar o verdadeiro oposto de aprender? Feminino é o oposto de masculino? O amor é realmente o oposto do ódio? Brincar é o oposto de trabalhar? Claro que não. Muitas das coisas que consideramos opostas são, na verdade, muito similares. Nosso desejo de classificar e colocar tudo em categorias, embora às vezes útil, também pode ser limitante.

As possibilidades surgem, não da eliminação de outras possibilidades, mas da persistência em manter a mente aberta.

(autor desconhecido)

Ninguém é perfeito, e a vida é assim

Nós somos educados desde pequenininhos para acharmos a pessoa perfeita para estar ao nosso lado. Ai vem o ideal do príncipe encantado montado num cavalo branco, da princesa extremamente bela e gentil, ou daquele grupo de amigos que tem TUDO haver com você – em resumo, todos têm gostos iguais. (Que chato!)

Mas quando crescemos, percebemos que não é assim. Decepções vão ocorrer… amigos vão te criticar…seu namorado que antes não chegava atrasado, passa a atrasar…enfim… um sem-número de situações vão colocar em xeque aquele ideal que nos foi passado outrora, com a realidade que hoje vivemos, sentimos e em algumas situações, sofremos. Acredito que um ponto fundamental é não querer a perfeição das pessoas, muito menos de nós mesmos. Pois digo, ser autentico dá muito mais trabalho do que ser perfeito. Qual foco você está dando? A autenticidade é uma arte de criar sensações transformadoras e a moeda de valor daqueles (as) que não são mais um na multidão.

 

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e Blogueiro

@CapitaoCoragem

A cultura da atenção criando novos empreendedores

Quem não deseja ter um serviço/produto personalizado? Quem não quer ser tratado como único (a)? Ou ainda, quem nunca desejou ter suas necessidades atendidas de forma surpreendente? Pois bem…os pequenos detalhes, as coisas que não são percebidas, o valor que é criado: tudo faz parte de uma nova realidade nas relações entre as pessoas, cujo objetivo a ser alcançado é gerar um diferencial competitivo.

Mas se pararmos para pensar, novo somente é a forma como as pessoas estão buscando se relacionar. Como seres humanos, temos potencial para nos atentar aos detalhes, para perceber o que não é tão fácil…e também para criar valor com aquilo que fazemos. Isto TODO mundo sabia (ou sabe), e não é de hoje. O mundo muda, numa mudança inconstante que não para, e as pessoas estão tendo consciência de seu ser, de sua identidade. O tempo da massificação, do tudo “igual”…das coisas sem cor nem tempero, já veio e já faz tempo que foi embora. Você percebeu?!

Sim…pergunto isto porque às vezes estamos despreocupados com o tempo e a história, com os fatos da mudança, com os sonhos que não são mais os mesmo. Não podemos ficar parados num contexto imaginado, ou no prazer das lembranças que não voltam, nem tampouco ficar presos a comportamentos que inibem a criatividade.

Veja como as notícias chegam até você. Veja a explosão da internet e das ferramentas digitais. Veja os novos valores que tomam as pessoas. Consegue perceber? O Jornal não é só de papel (é digital também); rede social não é somente seus amigos próximos, mas pessoas que se identificam em ideais e podem estar distantes (e estão, de fato); consumo consciente e preocupação com o futuro são pautas cada vez mais discutidas. E o que isso tem com a cultura da atenção para criar empreendedores?

Algumas pessoas (muitas, até) já estão prestando atenção nessa evolução inconstante que acontece cotidianamente em nossas vidas, e aproveitando para empreender – mas de uma nova forma: criando valor. Não criamos valor quando fazemos tudo igual nem quando repetimos velhas fórmulas. Criamos valor quando, dentro do ambiente onde estamos inseridos, buscamos fazer diferente do padrão e da ordem habitualmente estabelecida. Criamos valor quando aproveitamos as ferramentas já disponíveis (e que muitos têm acesso), para propor novas formas de relação e modificar realidades. Criamos valor quando deixamos de fazer as coisas sobre o nosso ponto de vista, e fazemos sobre o ponto de vista da outra pessoa. Certa frase de Clarice Lispector pode definir um pouco a reflexão deste texto: “Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato… Ou toca, ou não toca”. O que você está fazendo para empreender com qualidade?! Como anda a sua atenção?!

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e Blogueiro

@CapitaoCoragem

Caso Brahma: como uma ação de marketing pode se tornar um pesadelo para uma marca

Quis trazer este caso comentado nas redes sociais para vocês.

No último final de semana, a cervejaria Brahma que patrocina mais de 30 clubes brasileiros, promoveu uma ação de marketing através do perfil BrahmaFla no Facebook um tanto polêmica. No vídeo postado no Youtube e compartilhado no Facebook, um torcedor “flamenguista brahmeiro” faz graça ao dizer que o Sport “vive na aba do Flamengo desde 1987″ – por conta do título leonino no Campeonato Brasileiro – e ironiza o clube com a imitação mal elaborada de um sotaque nordestino.

O que de um lado pode ter soado como um papo informal da marca com os torcedores do clube carioca, por outro lado gerou a ira dos torcedores do clube pernambucano, que inclusive também é patrocinado pela marca. O vídeo não ficou no ar por muito tempo, logo a Brahma o retirou do canal BrahmaFla, mas aí já era tarde demais. Logo o vídeo espalhou-se na rede, e hoje se encontra na primeira página do Youtube, com cerca de 54 mil visualizações com o título: “Vídeo da Brahma desrespeitando o Sport”.

A empresa chegou a divulgar um comunicado de desculpas “à Torcida do Sport e ao povo pernambucano” no perfil BrahmaSport. Porém, o texto não foi exibido na página do BrahmaFla, o que gerou ainda mais descontentamento. Não é de hoje que se discute o cuidado que as empresas devem ter com sua reputação na web e por isso também a necessidade do monitoramento da marca na rede. E quando a própria ação de marketing afeta a marca, como agir?

De longe, a atitude mais correta a ser tomada pela Brahma seria pedir desculpas aos torcedores do Sport no mesmo canal em que eles foram “ofendidos”, ou seja, no perfil BrahmaFla no Facebook, coisa que não ocorreu até o momento. Surge então uma interrogação ao analisar esse caso: até que ponto uma ação mal elaborada pode afetar uma marca? De nada adianta gerar conteúdo e criar interação com os usuários, se não for muito bem avaliada a mensagem que está sendo passada, sob o risco de não só ver a ação falhar, mas ter um resultado negativo e deixar a empresa em maus lençóis.

Onde fica a responsabilidade de colocar qualquer um para fazer os vídeos que representam uma marca?

Via Administradores.com.br

Uma definição de felicidade

Achei interessante trazer está reflexão para o nosso cotidiano.

(…)

Ser rico, ser famoso, acabar com a miséria do mundo, casar-se com um príncipe encantado, jogar futebol, e assim por diante. Até aí, tudo bem. Imagine seus desejos como um balão inflável e que você está dentro dele. Você sempre poderá ser mais ou menos ambicioso inflando ou desinflando esse balão enorme que será seu mundo possível. É o mundo que você ainda não sabe dominar. Agora imagine um outro balão inflável dentro do seu mundo possível, e portanto bem menor, que representa a sua base. É o mundo que você já domina, que maneja de olhos fechados, graças aos seus conhecimentos, seu QI emocional e sua experiência. Felicidade nessa analogia seria a distância entre esses dois balões – o balão que você pretende dominar e o que você domina. Se a distância entre os dois for excessiva, você ficará frustrado, ansioso, mal-humorado e estressado. Se a distância for mínima, você ficará tranqüilo, calmo, mas logo entediado e sem espaço para crescer. Ser feliz é achar a distância certa entre o que se tem e o que se quer ter. 

O primeiro passo é definir corretamente o tamanho de seu sonho, o tamanho de sua ambição. Essa história de que tudo é possível se você somente almejar alto é pura balela. Todos nós temos limitações e devemos sonhar de acordo com elas. Querer ser presidente da República é um sonho que você pode almejar quando virar governador ou senador, mas não no início de carreira. O segundo passo é saber exatamente seu nível de competências, sem arrogância nem enganos, tão comuns entre os intelectuais. O terceiro é encontrar o ponto de equilíbrio entre esses dois mundos. Saber administrar a distância entre seus desejos e suas competências é o grande segredo da vida. Escolha uma distância nem exagerada demais nem tacanha demais. Se sua ambição não for acompanhada da devida competência, você se frustrará. Esse é o erro de todos os jovens idealistas que querem mudar o mundo com o que aprenderam no primeiro ano de faculdade. Curiosamente, à medida que a distância entre seus sonhos e suas competências diminui pelo seu próprio sucesso, surge frustração, e não felicidade. 

(…) A felicidade é efêmera. Felicidade é um processo, e não um lugar onde finalmente se faz nada. Fazer nada no paraíso não traz felicidade, apesar de ser o sonho de tantos. Felicidade é uma desconfortável tensão entre suas ambições e competências. Se você estiver estressado, tente primeiro esvaziar seu balão de ambições para algo mais realista. Delegue, abra mão de algumas atribuições, diga não. Ou então encha mais seu balão de competências: estudando, observando e aprendendo com os outros, todos os dias.

Os velhos acham que é um fracasso abrir mão do espaço conquistado. Por isso, recusam ceder poder ou atribuições e acabam infelizes. Reduzir suas ambições à medida que você envelhece não é nenhuma derrota pessoal. Felicidade não é um estado alcançável, um nirvana, mas uma dinâmica contínua. É chegar lá, e não estar lá como muitos erroneamente pensam. Seja ambicioso dentro dos limites, estude e observe sempre, amplie seus sonhos quando puder, reduza suas ambições quando as circunstâncias exigirem. Mantenha sempre uma meta a alcançar em todas as etapas da vida e você será muito feliz.

Artigo adaptado de Stephen Kannitz, extraído de seu site – via primeiroprograma.com.br

Repensando…Contentamento

Contentamento

A água de superfície tem sempre o risco de ficar poluida ou estagnada, de evaporar, de secar… mas a água subterrânea, livre de intempéries, não pode ser estancada. Contentamento é a mesma coisa: um movimento invisível e constante para frente, um rio subterrâneo. E quando a superfície da vida apresenta algum obstáculo, esse rio responde, muda, flui para dentro e ao redor, mesmo que não seja visto. Acredite: o contentamento simplesmente nunca se esgota.